terça-feira, 22 de março de 2011

É ASSIM...

            O Brasil poderia ser diferente, se  todos tivessem as mesmas oportunidades.
            Um País imenso como o nosso, ainda é conhecido como o País das corrupções.
            Um País rico, mas desumano para com a maioria, de sua gente.
            Por mais que a população colabore para o progresso brasileiro, a mesma não é valorizada.
            É uma vergonha, terem pessoas ainda vivendo em situações de calamidade, desde quando o País gasta nosso dinheiro, com coisas vulgares.
            Não há um serviço público neste País, que funcione como deve ser.
            Entra ano e  sai ano, e o discurso é o mesmo: o Brasil terá isso e aquilo...
            Mas na realidade, tudo continua como sempre, nada muda.
            A saúde, a educação, a segurança, o salário mínimo, enfim, tudo está de mal a pior.
            Não se tem dinheiro para dar melhores condições de vida, às pessoas que tanto trabalham para o progresso do País, mas  há dinheiro de sobra, para investir nas empresas falidas.
            Para as autoridades, a população não necessita ter muito, para viver, mas esquecem-se essas mesmas autoridades, que se estão no poder, foi a população que as colocou.
            É impressionante como esses políticos sabem representar, a ponto de fazerem com que um País inteiro, vote nas pessoas erradas.
            No momento que querem nosso voto, prometem até fazer o impossível, mas depois que se elegem...
            Agora o Brasil está preocupado com as obras futuras, mas esquece-se de que neste determinado momento, pessoas podem estar passando fome, dormindo ao relento, sofrendo as maiores humilhações, etc...
            Mas mesmo assim, as promessas continuam.
            O governo brasileiro abusa de nossa vontade, pois sabe que somos pacientes, mas a paciência um dia tem seu limite.
            Mais uma vez, muito obrigado por tudo. Fique com Deus.

                                                     Reflexão

            "Os amigos verdadeiros são aqueles que vêm compartilhar a nossa felicidade quando os chamamos, e a nossa tristeza, sem serem chamados".

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