sexta-feira, 12 de novembro de 2010

SOBE E DESCE DO ENEM

          É mais uma vergonha, o que aconteceu recentemente, com os exames do ENEM.
          Os candidatos se empenharam durante meses, a fim de fazerem o melhor para si.
          Contudo, ninguém contava com as falhas cometidas, que levaram o exame a ser cancelado.
          Pessoas que ficaram noites e mais noites acordadas, tiveram seu sonho frustrado, em um só dia.
          Educação é uma coisa séria, mas parece que ela não tem mais valor, para os órgãos que realizaram o exame.
         E também não tiveram o mínimo de respeito pela população, que mais uma vez, se viu enganada.
         Pessoas  investiram todo seu recurso financeiro, e de uma hora para outra, tudo foi pelo "ralo"
         Em alguns casos, candidatos até tomaram dinheiro emprestado, se endividaram, para estarem no local certo e na hora certa, mas todo esforço feito, foi em vão, porque voltaram para sua casa, decepcionados.
         Agora, depois que muita gente teve prejuízo, é que os organizadores do evento, estão pensando melhor.
         Deveriam pensar era antes, do erro acontecer.
         Alguns candidatos chegaram até a preencherem algumas questões, quando viram o erro de impressão, nas provas.
         As perguntas estavam duplicadas, demonstrando assim, a incapacidade de quem corrigiu, as mesmas.
         A justiça do Ceará, suspendeu temporariamente o ENEM em todo País, por determinação do Ministério Público Federal.
         Enquanto vigorar a suspensão, o MEC não poderá divulgar  o resultado das provas, e também não poderá marcar nova data.
         A suspensão é válida, até que a justiça avalie o recurso apresentado pelo MEC ou pelos idealizadores do concurso.
        A proposta feita pelo MEC, de realizar novo exame ao qual só compareceriam os candidatos prejudicados pelo erro de impressão, foi criticada pela juíza Carla de Almeida Miranda Maia.
       A juíza criticou também, as declarações feitas pelo presidente do Instituto Nacional de Estudes e Pesquisas Educacionais, que se referiu ao exame, como uma "missão cumprida".
       A juíza considerou as declarações de Joaquim José Soares Neto, como sendo uma afronta ao coração do ENEM.
       Até o procurador da República Oscar Costa Filho, também criticou a proposta do MEC, de realizar um novo exame, e que isso só comprova o desconhecimento dos princípios que informam os concursos públicos.
       Nesse "chove e não molha", os candidatos não podem ser prejudicados, pelos erros dos outros.
       Todos nós esperamos que soluções sejam tomadas, imediatamente.

      Para reflexão: " A semeadura rende sempre, de acordo com os propósitos do semeador."
        
        
        
         
       
        

       
       

    

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