sábado, 9 de outubro de 2010




        Como sempre fazemos, achamos que o que pode acontecer com nosso próximo, não acontecerá com nós.
      Se uma determinada pessoa, que conhecemos, comete um deslize qualquer, muitas vezes ficamos aterrorizados. Achamos um absurdo, derminada pessoa, ter certo tipo de comportamento.
      Aos invés de tentarmos compreender os verdadeiros motivos, pelo qual  cometeram coisas absurdas, não, somos os primeiros a crucificá-las.
     Não paramos um instante sequer, para pensar na situação do nosso vizinho, que  muitas vezes, só precisa de uma palavra amiga, para poder encontrar, o verdadeiro sentido da vida.
     Se não gostamos de uma pessoa, não lhe dirigimos a palvavra, para não darmos muita intimidade.
     Nos achamos muito inteligentes, mas somos capazes de deixar um mendigo morrer ao relento, porque não podemos sujar nossas mãos, levando-o a um abrigo.
     Se repararmos bem, fazemos questão de tudo.
     Às vezes, têm pessoas que não vão a um abrigo de idosos, porque acham que eles, não têm um bom diálogo, só sabem se lamentar.
     Mas são esses idosos, que têm experiência de vida, para todos nós.
     Tudo aquilo que vemos nos outros, achamos que nunca veremos em nós.
     Se repararmos bem, nós somos mais dependentes dos outros, do que eles, de nós.
     O único Ser Supremo, independente de qualquer coisa, é Deus.
     Antes de criticarmos os outros, olhemos primeiro para nós.
     Talvez, se agirmos assim, seremos muito melhores.

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